Durante o mês de maio, a Arquidiocese de Maringá promove uma série de ações de conscientização, prevenção e formação em alusão ao Maio Laranja, campanha nacional de combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes. A iniciativa busca dar visibilidade ao tema e reforçar a importância da proteção da infância e da adolescência.
Dados nacionais apontam a gravidade da situação: a cada hora, três crianças são abusadas no Brasil, sendo que cerca de 51% das vítimas têm entre 1 e 5 anos de idade. Além disso, estima-se que aproximadamente 500 mil crianças e adolescentes sejam explorados sexualmente todos os anos no país. Os números podem ser ainda maiores, já que apenas uma pequena parcela dos casos chega a ser denunciada às autoridades.
Com o tema voltado à criação de ambientes seguros e fortalecimento da rede de proteção, a Pastoral do Menor da Arquidiocese de Maringá (PAMEN) desenvolve ações ao longo do mês envolvendo conscientização nas comunidades, formação pastoral e mobilização social.
Entre as iniciativas promovidas estão a distribuição de cartazes nas paróquias da arquidiocese, além da divulgação da campanha nos ônibus do transporte coletivo de Maringá, em parceria com a Transporte Coletivo Cidade Canção (TCCC).
A programação também conta com encontros formativos. No dia 25 de maio, foi realizada uma roda de conversa com o Conselho Pastoral Paroquial (CPP) da Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, abordando o tema “Maio Laranja e a criação de ambientes seguros”.
Já no dia 27 de maio, às 20h, acontece a palestra “Maio Laranja: criando ambientes seguros e rede de proteção”, no salão paroquial da Paróquia Jesus Bom Pastor, em Paiçandu.
Outra ação da campanha é a publicação de conteúdos especiais sobre o Maio Laranja na Revista Maringá Missão, ampliando a reflexão sobre a responsabilidade coletiva na proteção das crianças e adolescentes.
A mobilização reforça que o combate ao abuso e à exploração sexual infantil é uma responsabilidade de toda a sociedade. A campanha também incentiva a denúncia de casos suspeitos pelos canais oficiais de proteção à infância e adolescência.




